sábado, 1 de outubro de 2011

JOVEM CRISTÃO DE 13 ANOS É CONSIDERADO GÊNIO DA INFORMÁTICA, MÃE DIZ QUE É DOM DE DEUS


A genialidade do jovem espanta a muitos, inclusive seus pais e sua mãe explica: "é dom de Deus"
 Jovem cristão de 13 anos é considerado gênio da informática, mãe diz que é dom de Deus
Rafael Costa, 13 anos, pode ser considerado como um garoto prodígio, um gênio da informática que já criou nove aplicativos para a Apple. Rafael é filho de um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus e diz que esse talento para computação “é dom de Deus”.
O adolescente aprendeu a escrever seu nome quando tinha 4 anos, mas não foi com papel e caneta como a maioria das crianças, mas em um computador. Aos 9 anos desenvolveu um vírus do tipo Cavalo de Tróia para fazer uma brincadeira com a mãe, a pedagoga Patrícia Costa, de 39 anos. E aos 12 criou seu primeiro aplicativo para o iPhone, o Sweet Tweet.
Impressionada com a inteligência do filho, Patrícia Costa, esposa do pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, Luiz Claudio Costa , diz que tanto talento não vem da herança genética dela ou do marido, mas “é dom de Deus’.
Entre as ferramentas desenvolvidas por Rafael está o Facepad, que aprimorou o programa Face Time, da Apple, que faz chamadas de vídeo entre portáteis, como o celular iPhone. Ele retirou a limitação que havia no programa original, de realizar chamadas apenas para os contatos de alguma rede social.
O jovem programador se batizou recentemente e pretende seguir carreira na área de engenharia de software, mas sem se esquecer de Deus. “Eu estou na sétima série, mas pretendo cursar ciências da computação ou engenharia de software. Quero trabalhar na Apple e seguir sempre sendo um homem de Deus”, afirma.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

TER UM PRODUTOR CULTURAL OU NÃO TER, EIS QUESTÃO...

 Alê Barreto · Rio de Janeiro, RJ
Será que quem está buscando “ter um produtor” sabe realmente o que está procurando?

A palavra “produtor”
Na prática, não do ponto de vista acadêmico ou da pouca legislação que regula assuntos de ordem cultural no Brasil, a palavra “produtor” é empregada para denominar as pessoas que desenvolvem, de forma amadora ou profissional, uma atividade ou um conjunto de atividades de suporte para realização de uma ação cultural. Trocando em miúdos, a pessoa que trabalha preparando um programa de rádio é chamada de produtor; a pessoa que trabalha preparando um programa de TV é chamada de produtor; a pessoa que organiza a gravação de um CD é chamada de produtor; a pessoa que organiza um evento cultural é chamada de produtor; e por aí vai.
Na música, os mais comuns empregos da palavra “produtor” são para designar:
- a pessoa responsável pelo projeto de produtos e serviços culturais (produtor cultural proponente de um projeto de gravação e show de lançamento de CD);
- a pessoa responsável pelo conceito artístico (produtor musical);
- a pessoa responsável pelo registro da propriedade intelectual dos fonogramas (produtor fonográfico);
- a pessoa responsável pelo suporte administrativo nas atividades de produção de CD e organização de shows (produtor executivo).
É comum também se utilizar a palavra “produtor”, no meu ponto de vista de forma equivocada, para se referir a pessoas que fazem divulgação e assessoria de imprensa (profissionais da área de comunicação), agenciamento (profissionais da área comercial e de marketing) e gestão de carreira artística (empresário). Isso ocorre nas situações em que o produtor executivo acaba acumulando funções que são exercidas por estes outros profissionais.
Com tantas variações para os significados da palavra produtor, mais importante que querer ter um produtor é saber qual tipo de produtor se está procurando.

Avaliar as necessidades
Para que um músico saiba que tipos de produtores poderão ser importantes no desenvolvimento do seu trabalho, é importante aprender a avaliar suas próprias necessidades.
Muitas vezes se pensa que a necessidade é ter um empresário quando na verdade a real necessidade é aprender a cantar. Muitas vezes se pensa que a necessidade é gravar um CD quando a real necessidade é aprender a compor e fazer arranjos. Muitas vezes se pensa que a necessidade é vender shows quando a real necessidade é aprender a ter uma postura profissional. Muitas vezes se pensa que a necessidade é conseguir uma gravadora que invista dinheiro para veicular sua música quando a real necessidade é investir na construção de formação de plateia através de um site na internet.
A visualização da carreira artística do ponto de vista de sua inserção na cadeia produtiva da economia da cultura (produção, distribuição, comercialização e consumo) irá fornecer boas pistas sobre que profissionais poderão agregar valor ao trabalho do músico.

Os formatos de trabalho
Definidas as necessidades e que produtores poderão atendê-las, é hora de se pensar em qual formato se quer trabalhar.
É o artista que contrata o produtor ou o produtor que contrata o artista? Não há regra para isso. Há situações em que o músico contrata os produtores que necessita e há situações em que os produtores contratam os músicos que estão procurando. O importante é que a relação seja profissional e haja um contrato onde estejam definidas claramente as responsabilidades de cada um e as formas de pagamento.

Abordagem e apresentação
Utilize recursos como e-mail, orkut, sites, etc para se apresentar brevemente e solicitar os procedimentos necessários para apresentar seu trabalho.

Expectativas
Muita gente procura produtores que estejam dispostos a investir em seu trabalho. Isso está cada vez mais raro, fato que leva a muitos artistas a aprenderem a ser seus próprios produtores.
Há também os que se preocupam excessivamente se o produtor que irá trabalhar com eles fará tão bem o trabalho quanto eles próprios fazem. Excesso de perfeccionismo pode afastar bons profissionais.
O que realmente pode se esperar do trabalho de um produtor? Tudo o que for combinado. Para isso, é fundamental ter um contrato.

Então…
… mais importante que querer “ter um produtor” exclusivo é poder “contar com serviços de um produtor” para realização de atividades onde um olhar diferenciado, trajetória profissional e formação possam contribuir com o desenvolvimento da sua carreira artística.”
Segue abaixo, o link do site Overmundo, com o artigo de Alê Barreto
http://www.overmundo.com.br/overblog/ter-um-produtor-cultural-ou-nao-ter-eis-a-questao

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